Ô, cacete.
Mais um pra lista.
terça-feira, 1 de janeiro de 2008
segunda-feira, 31 de dezembro de 2007
balanço
Vou escrever meu balanço de 2007 e minhas resoluções de 2008 aqui, pra não esquecer.
Esse foi um ano em que eu perdi muita coisa que eu amo – algumas por escolha, outras por essas coisas da vida, e outras sendo o preço a se pagar pra ter algo que eu sempre quis. Quero lembrar do que ficou pra trás pra ter em mente que o preço foi muito alto e por isso eu preciso me esforçar sempre pra dar tudo certo.
Perdi meu avô, minha banda, meu namorado.
Três casas, meu gato, minha coelha.
A proximidade dos meus amigos e da minha família. Perdi meu sobrinho começando a virar adolescente (em 6 meses ele mudou tanto). Perdi piadas internas e viagens e porres em conjunto. E várias outras coisas.
Ganhei algumas coisas muito importantes: Londres, a Julia e um pouquinho mais de independência (por enquanto é só um pouquinho, mas eu vou chegando lá).
Minhas resoluções de ano novo são:
– Desenhar mais. Carregar meu sketchbook comigo pra todo canto e usar mesmo. Desenhar em casa, em papéis grandes, o que me der vontade. Fazer isso com muita regularidade.
– Me dedicar a estudar música. Fazer os exercícios da fonoaudióloga pra voz, um pouco todo dia. Estudar a sério, todo dia, o clarinete ou o piano ou seja lá o que for. Tentar entrar num coral com a Bel.
– Fazer algum exercício. Continuar caminhando na beira do rio, que seja. Com regularidade. Por enquanto eu tava conseguindo fazer isso duas vezes por semana, não pode ser menos que isso, vou tentar passar pra três.
- Me dedicar muito ao curso e fazer valer a pena. Não sei como vai ser esse curso, mas isso tem que ser minha prioridade maior esse ano, mais do que trabalho, e certamente mais do que qualquer procrastinação preguiçosa aleatória.
Em 2007 eu taquei fogo em tudo, e comecei a plantar do zero. Espero que em 2008 eu consiga cuidar bem da plantação, quem sabe já começar a colher um pouco. Quero que 2009 seja o ano da colheita farta. Vamos ver o que vem por aí... e tomara que venha vestido de toga.
Esse foi um ano em que eu perdi muita coisa que eu amo – algumas por escolha, outras por essas coisas da vida, e outras sendo o preço a se pagar pra ter algo que eu sempre quis. Quero lembrar do que ficou pra trás pra ter em mente que o preço foi muito alto e por isso eu preciso me esforçar sempre pra dar tudo certo.
Perdi meu avô, minha banda, meu namorado.
Três casas, meu gato, minha coelha.
A proximidade dos meus amigos e da minha família. Perdi meu sobrinho começando a virar adolescente (em 6 meses ele mudou tanto). Perdi piadas internas e viagens e porres em conjunto. E várias outras coisas.
Ganhei algumas coisas muito importantes: Londres, a Julia e um pouquinho mais de independência (por enquanto é só um pouquinho, mas eu vou chegando lá).
Minhas resoluções de ano novo são:
– Desenhar mais. Carregar meu sketchbook comigo pra todo canto e usar mesmo. Desenhar em casa, em papéis grandes, o que me der vontade. Fazer isso com muita regularidade.
– Me dedicar a estudar música. Fazer os exercícios da fonoaudióloga pra voz, um pouco todo dia. Estudar a sério, todo dia, o clarinete ou o piano ou seja lá o que for. Tentar entrar num coral com a Bel.
– Fazer algum exercício. Continuar caminhando na beira do rio, que seja. Com regularidade. Por enquanto eu tava conseguindo fazer isso duas vezes por semana, não pode ser menos que isso, vou tentar passar pra três.
- Me dedicar muito ao curso e fazer valer a pena. Não sei como vai ser esse curso, mas isso tem que ser minha prioridade maior esse ano, mais do que trabalho, e certamente mais do que qualquer procrastinação preguiçosa aleatória.
Em 2007 eu taquei fogo em tudo, e comecei a plantar do zero. Espero que em 2008 eu consiga cuidar bem da plantação, quem sabe já começar a colher um pouco. Quero que 2009 seja o ano da colheita farta. Vamos ver o que vem por aí... e tomara que venha vestido de toga.
quarta-feira, 26 de dezembro de 2007
sexta-feira, 21 de dezembro de 2007
very very nice
A gente tava falando desse vídeo outro dia no aniversário do Léo, então eis:
Cara. Flight of the Conchords é muito foda.
---
Eu tenho que fazer jejum até amanhã de manhã pra fazer exame... Eu devia ter comido mais coisa no jantar. To com fome. Melhor ir dormir. Mas po, se alguém ler isso aqui, me liguem, vamos sair amanhã à noite.
E aliás, o que vamos fazer no reveillón?
Cara. Flight of the Conchords é muito foda.
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Eu tenho que fazer jejum até amanhã de manhã pra fazer exame... Eu devia ter comido mais coisa no jantar. To com fome. Melhor ir dormir. Mas po, se alguém ler isso aqui, me liguem, vamos sair amanhã à noite.
E aliás, o que vamos fazer no reveillón?
quinta-feira, 20 de dezembro de 2007
afinal, Cérebro, o que vamos fazer amanhã à noite?
To no Rio.
Comendo várias paradas, revendo vários amigos, matando a saudade de muita coisa (retroativamente, claro, mas a saudade pra frente também). É tão bom.
Eu tô feliz lá em Londres, mas os amigos fazem muita falta. A comida, esse calor úmido, os cheiros, a música, a paisagem linda, tudo isso dá pra matar saudade vindo de vez em quando. Mas os amigos fazem muita falta no dia-a-dia, muita mesmo, e encontrando dá vontade de abraçar as pessoas pra sempre e não largar nunca mais.
Mas eu ainda não desisti de nenhum dos meus planos maquiavélicos!! Com um pouquinho de colaboração, quem sabe, a gente chega lá.
Ah! E eu quero pular de asa delta. Alguém me acompanha?
Comendo várias paradas, revendo vários amigos, matando a saudade de muita coisa (retroativamente, claro, mas a saudade pra frente também). É tão bom.
Eu tô feliz lá em Londres, mas os amigos fazem muita falta. A comida, esse calor úmido, os cheiros, a música, a paisagem linda, tudo isso dá pra matar saudade vindo de vez em quando. Mas os amigos fazem muita falta no dia-a-dia, muita mesmo, e encontrando dá vontade de abraçar as pessoas pra sempre e não largar nunca mais.
Mas eu ainda não desisti de nenhum dos meus planos maquiavélicos!! Com um pouquinho de colaboração, quem sabe, a gente chega lá.
Ah! E eu quero pular de asa delta. Alguém me acompanha?
quinta-feira, 13 de dezembro de 2007
Véspera
De madrugada vou pegar dois ônibus (ou um táxi, ou um táxi e um ônibus, não decidi ainda, vai depender do tamanho do cansaço e da mala).
Dois aviões e três aeroportos depois, estarei no Rio.
Quero ser MUITO paparicada durante as duas semanas que estarei no Brasil (e sim, acho isso perfeitamente razoável).
Mas antes, hoje ainda tem muita coisa pela frente! A viagem em si também é bem longa. Mas eu não sou peru, que morre de véspera (não tem uma expressão assim? Sei lá. No natal lá em casa a gente come lombinho mesmo...).
Agora, vamos lá, de volta às malas.
Dois aviões e três aeroportos depois, estarei no Rio.
Quero ser MUITO paparicada durante as duas semanas que estarei no Brasil (e sim, acho isso perfeitamente razoável).
Mas antes, hoje ainda tem muita coisa pela frente! A viagem em si também é bem longa. Mas eu não sou peru, que morre de véspera (não tem uma expressão assim? Sei lá. No natal lá em casa a gente come lombinho mesmo...).
Agora, vamos lá, de volta às malas.
segunda-feira, 10 de dezembro de 2007
Maverick
Às vezes eu sinto muita, muita, muita saudade do meu gatinho. Eu sei que ele tá bem, mora em Minas, tem vários amigos, come peixe e nem lembra de mim, e eu sei que trazer ele pra cá seria inviável porque gato não resiste bem a viagens longas intercontinentais, e ele teria que ficar de quarentena, e eu nem sei se meu landlord me deixaria ter gato aqui, e nem sei se a Julia ia topar (ainda mais um gato com uma personalidade bizarra daquelas), e o gato nem é só meu, e a gente ia perder muito a liberdade se tivesse um bicho aqui, e cheiro e pelo de gato fechado em um apartamento que fica meses no inverno com a janela fechada não ia dar certo, e a gente não deve ter nem permissão nem grana pra botar aquelas gradezinhas pra poder abrir a janela no verão... Enfim. não dá pra trazer o gato.
Mas aqueles olhos azuis e aqueles dentinhos de vampiro... E o gemidinho que ele dava quando eu apertava ele muito forte (depois ele me mordia!)... E ele ronronando no meu colo enquanto eu trabalhava no computador... Que saudade do meu gatinho.
Mas aqueles olhos azuis e aqueles dentinhos de vampiro... E o gemidinho que ele dava quando eu apertava ele muito forte (depois ele me mordia!)... E ele ronronando no meu colo enquanto eu trabalhava no computador... Que saudade do meu gatinho.
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