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sábado, 4 de outubro de 2008
quinta-feira, 1 de maio de 2008
tua canção
Às vezes o shuffle toca umas musicas tão bonitinhas que eu choro. O que é engraçado, porque eu não chorei quando eu perdi pelo segundo dia seguido o trabalho de algumas horas tratando as fotos que eu tenho que imprimir, e quando a mulher disse depois que meu trabalho foi a toa.
Eu to virando essas pessoas de 13 anos que querem ser amigas da galerinha legal. Mas eu sou a galerinha legal de outras pessoas, eu acho. E eu não sei como a galerinha que eu acho legal me vê. Mas eu me acho legal, mesmo eu sendo meio carente de vez em quando. Mas to me controlando.
E eu tenho amigos que me dão soluções tipo "desenhando o Pato Donald" que na verdade só fazem eu me sentir mal e não me ajudam em porra nenhuma. "O seu problema é que vc é muito não sei o quê... Você tem que ser mais não sei o que lá!". Ok. O problema é que a minha personalidade está equivocada e eu tenho que mudar características minhas que eu desenvolvo há quase um quarto de século. Perfeito, meu amor, que bom conselho, agora sim estou me sentindo benzão. Tem razão. Puf! Mudei. E eu nem tava falando de nada disso, tava falando de alguma besteira qualquer... De repente eu tenho que aprender com o exemplo alheio, aprender a ficar quieta e lidar com meus problemas sozinha e ter uma úlcera e tal. Mas confesso que eu já tô beeeem melhor nisso. Sim, eu reclamo de algumas coisas, mas é tipo um décimo das coisas que me deixam triste. E eu só tô com dor nas costas, e não úlcera, mas acho que é de ficar no computador. Mas quando minha vida virou de cabeça pra baixo e eu deixei pra trás quase tudo o que era importante pra mim, não pensei que os amigos fossem parte desse pacote. De repente alguns são. Sei lá. São amigos de tomar um porre quando a gente se encontrar, mas não amigos que vão me dar carinho (a não ser na hora que os convém) – e isso são categorias muito diferentes de amizade, e eu categorizar errado acaba sendo frustrante pra todo mundo. Vai ver que eu to sendo injusta – e na verdade nem é um drama tão grande assim, é só que sei lá, isso se repete e acaba cansando. Em compensação, outros amigos, pode passar um furacão, uma enchente e uma temporada de seca e eles continuam lá. Pros porres e pra todo resto. São poucos, mas são a melhor coisa do mundo.
Será que na galerinha legal que eu quero ficar amiga teria potencialmente alguém dessa última categoria?
Acho que eu to postando isso no blog errado.
Eu to virando essas pessoas de 13 anos que querem ser amigas da galerinha legal. Mas eu sou a galerinha legal de outras pessoas, eu acho. E eu não sei como a galerinha que eu acho legal me vê. Mas eu me acho legal, mesmo eu sendo meio carente de vez em quando. Mas to me controlando.
E eu tenho amigos que me dão soluções tipo "desenhando o Pato Donald" que na verdade só fazem eu me sentir mal e não me ajudam em porra nenhuma. "O seu problema é que vc é muito não sei o quê... Você tem que ser mais não sei o que lá!". Ok. O problema é que a minha personalidade está equivocada e eu tenho que mudar características minhas que eu desenvolvo há quase um quarto de século. Perfeito, meu amor, que bom conselho, agora sim estou me sentindo benzão. Tem razão. Puf! Mudei. E eu nem tava falando de nada disso, tava falando de alguma besteira qualquer... De repente eu tenho que aprender com o exemplo alheio, aprender a ficar quieta e lidar com meus problemas sozinha e ter uma úlcera e tal. Mas confesso que eu já tô beeeem melhor nisso. Sim, eu reclamo de algumas coisas, mas é tipo um décimo das coisas que me deixam triste. E eu só tô com dor nas costas, e não úlcera, mas acho que é de ficar no computador. Mas quando minha vida virou de cabeça pra baixo e eu deixei pra trás quase tudo o que era importante pra mim, não pensei que os amigos fossem parte desse pacote. De repente alguns são. Sei lá. São amigos de tomar um porre quando a gente se encontrar, mas não amigos que vão me dar carinho (a não ser na hora que os convém) – e isso são categorias muito diferentes de amizade, e eu categorizar errado acaba sendo frustrante pra todo mundo. Vai ver que eu to sendo injusta – e na verdade nem é um drama tão grande assim, é só que sei lá, isso se repete e acaba cansando. Em compensação, outros amigos, pode passar um furacão, uma enchente e uma temporada de seca e eles continuam lá. Pros porres e pra todo resto. São poucos, mas são a melhor coisa do mundo.
Será que na galerinha legal que eu quero ficar amiga teria potencialmente alguém dessa última categoria?
Acho que eu to postando isso no blog errado.
domingo, 2 de março de 2008
André + Fabi
Nesse exato momento no Brasil, duas das minhas pessoas preferidas estão se casando.
É muito legal mesmo, porque os dois são fantásticos e merecem um ao outro.
Queria muito estar lá, muito muito mesmo, mas como acabou sendo não rolando, que fique registrado que estou presente em espírito, e desejando todas as melhores coisas do mundo pros dois. André e Fabi, amo vocês dois de verdade!! Estou muito feliz mesmo!!
É muito legal mesmo, porque os dois são fantásticos e merecem um ao outro.
Queria muito estar lá, muito muito mesmo, mas como acabou sendo não rolando, que fique registrado que estou presente em espírito, e desejando todas as melhores coisas do mundo pros dois. André e Fabi, amo vocês dois de verdade!! Estou muito feliz mesmo!!
quinta-feira, 3 de janeiro de 2008
home
To embarcando de volta hoje, pro meu apartamentinho querido perto do rio (Tâmisa, não De Janeiro).
A febre pelo menos parou, vou só entupida e com dor de cabeça, o que é um grande adianto.
Inacreditável é que eu já to com saudade de lá... To com saudade da minha cozinha, e do apartamento todo, e até do meu sobretudo e meu cachecol (acho que eu to pegando o jeito dessa coisa de roupa de frio, me sentindo menos gorda e feia quando saio na rua). Tenho cachecol que combina com o meu cabelo, e tenho o cachecol grandão rosa que fica bem com o casaco magico, e tenho minha luva comprida cinzinha, e comprei um chapéu lindo na véspera de vir pra cá. E agora vai começar meu curso, e eu vou conhecer gente nova, e vai ser legal. Espero.
O que eu continuo querendo mais do que qualquer coisa é recrutar todos os meus amigos pra irem morar em Londres também... O Rio é bem mais legal pra passar férias, acreditem. Me diverti muito turistando.
É isso. Sentirei muita saudade, venham me visitar.
A febre pelo menos parou, vou só entupida e com dor de cabeça, o que é um grande adianto.
Inacreditável é que eu já to com saudade de lá... To com saudade da minha cozinha, e do apartamento todo, e até do meu sobretudo e meu cachecol (acho que eu to pegando o jeito dessa coisa de roupa de frio, me sentindo menos gorda e feia quando saio na rua). Tenho cachecol que combina com o meu cabelo, e tenho o cachecol grandão rosa que fica bem com o casaco magico, e tenho minha luva comprida cinzinha, e comprei um chapéu lindo na véspera de vir pra cá. E agora vai começar meu curso, e eu vou conhecer gente nova, e vai ser legal. Espero.
O que eu continuo querendo mais do que qualquer coisa é recrutar todos os meus amigos pra irem morar em Londres também... O Rio é bem mais legal pra passar férias, acreditem. Me diverti muito turistando.
É isso. Sentirei muita saudade, venham me visitar.
quinta-feira, 20 de dezembro de 2007
afinal, Cérebro, o que vamos fazer amanhã à noite?
To no Rio.
Comendo várias paradas, revendo vários amigos, matando a saudade de muita coisa (retroativamente, claro, mas a saudade pra frente também). É tão bom.
Eu tô feliz lá em Londres, mas os amigos fazem muita falta. A comida, esse calor úmido, os cheiros, a música, a paisagem linda, tudo isso dá pra matar saudade vindo de vez em quando. Mas os amigos fazem muita falta no dia-a-dia, muita mesmo, e encontrando dá vontade de abraçar as pessoas pra sempre e não largar nunca mais.
Mas eu ainda não desisti de nenhum dos meus planos maquiavélicos!! Com um pouquinho de colaboração, quem sabe, a gente chega lá.
Ah! E eu quero pular de asa delta. Alguém me acompanha?
Comendo várias paradas, revendo vários amigos, matando a saudade de muita coisa (retroativamente, claro, mas a saudade pra frente também). É tão bom.
Eu tô feliz lá em Londres, mas os amigos fazem muita falta. A comida, esse calor úmido, os cheiros, a música, a paisagem linda, tudo isso dá pra matar saudade vindo de vez em quando. Mas os amigos fazem muita falta no dia-a-dia, muita mesmo, e encontrando dá vontade de abraçar as pessoas pra sempre e não largar nunca mais.
Mas eu ainda não desisti de nenhum dos meus planos maquiavélicos!! Com um pouquinho de colaboração, quem sabe, a gente chega lá.
Ah! E eu quero pular de asa delta. Alguém me acompanha?
segunda-feira, 10 de dezembro de 2007
Maverick
Às vezes eu sinto muita, muita, muita saudade do meu gatinho. Eu sei que ele tá bem, mora em Minas, tem vários amigos, come peixe e nem lembra de mim, e eu sei que trazer ele pra cá seria inviável porque gato não resiste bem a viagens longas intercontinentais, e ele teria que ficar de quarentena, e eu nem sei se meu landlord me deixaria ter gato aqui, e nem sei se a Julia ia topar (ainda mais um gato com uma personalidade bizarra daquelas), e o gato nem é só meu, e a gente ia perder muito a liberdade se tivesse um bicho aqui, e cheiro e pelo de gato fechado em um apartamento que fica meses no inverno com a janela fechada não ia dar certo, e a gente não deve ter nem permissão nem grana pra botar aquelas gradezinhas pra poder abrir a janela no verão... Enfim. não dá pra trazer o gato.
Mas aqueles olhos azuis e aqueles dentinhos de vampiro... E o gemidinho que ele dava quando eu apertava ele muito forte (depois ele me mordia!)... E ele ronronando no meu colo enquanto eu trabalhava no computador... Que saudade do meu gatinho.
Mas aqueles olhos azuis e aqueles dentinhos de vampiro... E o gemidinho que ele dava quando eu apertava ele muito forte (depois ele me mordia!)... E ele ronronando no meu colo enquanto eu trabalhava no computador... Que saudade do meu gatinho.
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