Aaaaaaah!!!!
Entreguei o projeto ontem, entreguei tudo, foda-se, entreguei, tá entregue, não quero nem saber!!!!
Depois da noite virada e muitos e muitos dias dormindo pouquíssimo e ignorando qualquer possibilidade de vida social, ontem de manhã entreguei o trabalho, voltei pra casa, dormi 3 horas, acordei e fiquei mongol o resto do dia.
E hoje parto na tradicional viagem pós-entrega com a CJ.
Da primeira vez fomos a Dublin, da segunda, Lisboa. Agora, pra terceira e última, Budapeste.
Queria ter lido o livro do Chico há menos tempo, a única coisa que eu lembro é que húngaro é a língua que nem o diabo fala. Ou é a língua que ele fala? Putz, nem isso eu lembro hahahaha. Mas enfim... na Irlanda e em Portugal só tivemos problemas de comunicação por causa dos sotaques esquisitos desses lugares. Mas Hungria é outro papo. Em homenagem aos potenciais problemas de comunicação que vamos encontrar por lá, vai esse sensacional vídeo. O que importa são os primeiros 2 minutos, mas botei a versão de 5 porque tava legendada em português, porque eu sou muito, muito legal. E lá vou eu arrumar mala!
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terça-feira, 25 de novembro de 2008
segunda-feira, 9 de junho de 2008
pela curiosidade de ver onde o sol se esconde
Eu tenho uma visão romântica das coisas, e eu gosto disso. Não no sentido tradicional, tipo "vai aparecer um homem lindo montado num cavalo alazão (porque cavalo branco é meio bã), e nós vamos galopar pelo entardecer em direção ao pôr-do-sol e nos casar e ter vários filhinhos e viver felizes para sempre". Não que eu não queira ter filhinhos um dia, mas isso é outra história. Meu romantismo não é tão por aí. Ele se mostra mais em outras coisas, misturado com um otimismo persistente, algo de utopia, e mais ingenuidade do que eu gostaria de admitir.
No momento, são os grandes exploradores. Tá na hora de fazer a proposta do projeto final do curso, e eu cismei que queria fazer um projeto comparando o desejo de viajar e explorar com o impulso criativo (inclusive dizendo que uma pessoa que tenha esses impulsos não precisa manifestar ele sobre as duas formas, tem gente que não quer viajar geograficamente mas consegue extravasar esses desejos sob a forma de ingenuidade ou arte). Eu pesquisei, coletei imagens, textos, músicas e poemas, de Fernando Pessoa a Jack Kerouac ao meu pai quando era jovem (não to falando do jovem ator de pornochanchada, e sim do cara que montava num cavalo que levava a Teerã, ou ia pegando carona até o Uruguai pra dormir num celeiro onde uma cabra teve filhotes, ou seja lá qual outra história bizarra ele às vezes deixa escapar). Coletei imagens de caravelas de azulejo azul, pássaros migratórios, ciganos. Meus amigos já começavam a rir toda vez que eu falava no assunto, acho que na verdade só minha mãe entendeu realmente o que eu queria dizer.
E minha idéia foi vetada.
O professor disse que era amplo demais, E romântico demais. Que viagem na verdade não é assim. Ele sugeriu que eu talvez pegasse algo nessa área que simbolizasse essa idéia maior e fizesse isso, de maneira mais contida. Talvez um projeto de design de informação onde eu mapeasse o trajeto e as milhas percorridas dos meus colegas de classe, que tal? Eu fiquei muito frustrada, mas agora realmente tenho que me conter, porque preciso apresentar a proposta reformulada daqui a poucas horas (ú tererê, tem que estar pronto daqui a 3 horas pra eu ir pra faculdade e imprimir! merda).
Acho que vou fazer algo sobre 3 exploradores. Marco Polo, Vasco da Gama e Amir Klink.
Não estou mais "apaixonada" pela idéia, mas ainda é perfeitamente interessante.
É nessas que o romantismo vai sendo sugado das pessoas. Mas na verdade eu não acho que é puramente uma questão de idade – eu confesso que sou beeem menos cínica hoje do que aos 16 anos, e isso foi melhorando à medida em que fui conhecendo pessoas fantásticas e vivendo coisas extraordinárias que foram me mostrando que o mundo é um lugar muito foda, sim. No geral, de repente, cada um acaba vendo a vida que quer ver. Nesse sentido, gosto do meu romantismo e não quero perdê-lo. Sinto isso com tanta intensidade que até usei pronome oblíquo... (é esse o nome, mesmo?).
Já que estou falando em projeto final, um beijo pra Ti que tá fazendo o TFG dela, e também porque eu acho que ela foi outra que talvez tenha se tornado mais romântica dos 16 anos pra cá. A gente tá fazendo o caminho inverso! Bom, isso, né? Que continue assim. Pra gente virar velhinhas felizes no futuro. Velha amargurada é meio chato, e tem mais rugas.
E já que estou falando em viagens e grandes navegações, dia 24 de junho vou a Portugal de novo, passo uma semaninha na praia em Caiscais, a comeire morcelas e pastéis de Belém e a bebeire vinho verde, e depois, dia 1 de julho, faço o trajeto de Cabral e volto pra terras tupiniquins.
No momento, são os grandes exploradores. Tá na hora de fazer a proposta do projeto final do curso, e eu cismei que queria fazer um projeto comparando o desejo de viajar e explorar com o impulso criativo (inclusive dizendo que uma pessoa que tenha esses impulsos não precisa manifestar ele sobre as duas formas, tem gente que não quer viajar geograficamente mas consegue extravasar esses desejos sob a forma de ingenuidade ou arte). Eu pesquisei, coletei imagens, textos, músicas e poemas, de Fernando Pessoa a Jack Kerouac ao meu pai quando era jovem (não to falando do jovem ator de pornochanchada, e sim do cara que montava num cavalo que levava a Teerã, ou ia pegando carona até o Uruguai pra dormir num celeiro onde uma cabra teve filhotes, ou seja lá qual outra história bizarra ele às vezes deixa escapar). Coletei imagens de caravelas de azulejo azul, pássaros migratórios, ciganos. Meus amigos já começavam a rir toda vez que eu falava no assunto, acho que na verdade só minha mãe entendeu realmente o que eu queria dizer.
E minha idéia foi vetada.
O professor disse que era amplo demais, E romântico demais. Que viagem na verdade não é assim. Ele sugeriu que eu talvez pegasse algo nessa área que simbolizasse essa idéia maior e fizesse isso, de maneira mais contida. Talvez um projeto de design de informação onde eu mapeasse o trajeto e as milhas percorridas dos meus colegas de classe, que tal? Eu fiquei muito frustrada, mas agora realmente tenho que me conter, porque preciso apresentar a proposta reformulada daqui a poucas horas (ú tererê, tem que estar pronto daqui a 3 horas pra eu ir pra faculdade e imprimir! merda).
Acho que vou fazer algo sobre 3 exploradores. Marco Polo, Vasco da Gama e Amir Klink.
Não estou mais "apaixonada" pela idéia, mas ainda é perfeitamente interessante.
É nessas que o romantismo vai sendo sugado das pessoas. Mas na verdade eu não acho que é puramente uma questão de idade – eu confesso que sou beeem menos cínica hoje do que aos 16 anos, e isso foi melhorando à medida em que fui conhecendo pessoas fantásticas e vivendo coisas extraordinárias que foram me mostrando que o mundo é um lugar muito foda, sim. No geral, de repente, cada um acaba vendo a vida que quer ver. Nesse sentido, gosto do meu romantismo e não quero perdê-lo. Sinto isso com tanta intensidade que até usei pronome oblíquo... (é esse o nome, mesmo?).
Já que estou falando em projeto final, um beijo pra Ti que tá fazendo o TFG dela, e também porque eu acho que ela foi outra que talvez tenha se tornado mais romântica dos 16 anos pra cá. A gente tá fazendo o caminho inverso! Bom, isso, né? Que continue assim. Pra gente virar velhinhas felizes no futuro. Velha amargurada é meio chato, e tem mais rugas.
E já que estou falando em viagens e grandes navegações, dia 24 de junho vou a Portugal de novo, passo uma semaninha na praia em Caiscais, a comeire morcelas e pastéis de Belém e a bebeire vinho verde, e depois, dia 1 de julho, faço o trajeto de Cabral e volto pra terras tupiniquins.
quinta-feira, 15 de maio de 2008
In Dublin
Cara, eu amo Dublin. E eu amo a Irlanda e eu amo os irlandeses. E eu amo Guinness. E eu amo o sotaque irlandês. E eu amo aquelas musiquinhas deles, e aqueles leprechauns (sabia que se pronuncia "leprekauns" e não "lepreshauns"?), e aquelas cervejas, e aquele sotaque mais maneiro do mundo. Foi muito legal. A gente bebeu muito, dormiu pouco, e por incrivel que pareça, não tivemos ressaca. Água é uma maravilha mesmo. Bora preservar o patrimônio do planeta e essa parada toda. Mas então. Irlanda, mó legal. Quero voltar!
E eu acabei de assistir "In Brugges", meio por acaso, porque era o filme que tava começando. E cara. Eu amo "In Brugges". E é com o Colin Farrell, que é bom ator, e gato, e tem sotaque irlandês. Tudo de bom. Mas então, In Brugges é muito foda. Tem umas duas coisas totalmente "isso nunca aconteceria" no filme, mas abtraindo delas, o filme é muito foda. Amei, amei. E eu já fui a Brugges. É linda, parece um conto de fadas. Eu amo Brugges.
Que clima de amor que eu tô... O que um bom filme não faz com as pessoas!
---
Top 10 pequenos fatos que eu amo a respeito de Dublin:
1. Os habitantes da cidade vão sentir falta do cheiro de cevada da fábrica da Guinness (que vai mudar de lugar!! Pra outra cidade da Irlanda!!! Mas não inteiramente, ainda vai ficar parte da fábrica lá. A gente foi pra fábrica no dia que anunciaram isso. Triste). Tipo, o que eu acho maneiro não é a fábrica mudar de lugar, e sim o cheiro de cevada e malte e lúpulo estar associado à personalidade da cidade. E o cheiro é bonzão. Eu já disse que eu amo malte? Eu amo malte.
2. O sotaque irlandês.
3. As placas de trânsito são escritas em inglês e gaélico. E gaélico parece tão misterioso e legal!
4. Todo mundo é simpático e sorridente. Homens, mulheres, velhinhos.
5. A catedral de St Patrick's (linda, por sinal) é patrocinada pelo Bailey's. Fala sério. Isso é a parada mais legal do mundo. Como disse minha amiga inglesa, a Emily, "Only the bloody Irish can pull this off!!"
6. Nove pubs em um dia. Seis no outro. mais dois no terceiro. Acho que de todos esses, só um eu não gostei muito, e isso só porque tinha vários telões passando futebol, porque o espaço do pub era mó legal, parecia uma casa georgiana antiga.
7. O sotaque irlandês.
8. Vaaaaárias cervejas boas. Pra nem falar da Guinness, me amarrei numa ale chamada Smithwicks. Aliás, irlandeses falando "smithwicks" é a coisa mais legal que existe. Não dá pra entender nada.
9. A cidade é super verde e bonita. E a arquitetura é bonitinha, as portas georgianas coloridas, bonitinho. E todas as lojas de souvenir vendem leprechauns de pelúcia.
10. O sotaque irlandês, claro.
E eu acabei de assistir "In Brugges", meio por acaso, porque era o filme que tava começando. E cara. Eu amo "In Brugges". E é com o Colin Farrell, que é bom ator, e gato, e tem sotaque irlandês. Tudo de bom. Mas então, In Brugges é muito foda. Tem umas duas coisas totalmente "isso nunca aconteceria" no filme, mas abtraindo delas, o filme é muito foda. Amei, amei. E eu já fui a Brugges. É linda, parece um conto de fadas. Eu amo Brugges.
Que clima de amor que eu tô... O que um bom filme não faz com as pessoas!
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Top 10 pequenos fatos que eu amo a respeito de Dublin:
1. Os habitantes da cidade vão sentir falta do cheiro de cevada da fábrica da Guinness (que vai mudar de lugar!! Pra outra cidade da Irlanda!!! Mas não inteiramente, ainda vai ficar parte da fábrica lá. A gente foi pra fábrica no dia que anunciaram isso. Triste). Tipo, o que eu acho maneiro não é a fábrica mudar de lugar, e sim o cheiro de cevada e malte e lúpulo estar associado à personalidade da cidade. E o cheiro é bonzão. Eu já disse que eu amo malte? Eu amo malte.
2. O sotaque irlandês.
3. As placas de trânsito são escritas em inglês e gaélico. E gaélico parece tão misterioso e legal!
4. Todo mundo é simpático e sorridente. Homens, mulheres, velhinhos.
5. A catedral de St Patrick's (linda, por sinal) é patrocinada pelo Bailey's. Fala sério. Isso é a parada mais legal do mundo. Como disse minha amiga inglesa, a Emily, "Only the bloody Irish can pull this off!!"
6. Nove pubs em um dia. Seis no outro. mais dois no terceiro. Acho que de todos esses, só um eu não gostei muito, e isso só porque tinha vários telões passando futebol, porque o espaço do pub era mó legal, parecia uma casa georgiana antiga.
7. O sotaque irlandês.
8. Vaaaaárias cervejas boas. Pra nem falar da Guinness, me amarrei numa ale chamada Smithwicks. Aliás, irlandeses falando "smithwicks" é a coisa mais legal que existe. Não dá pra entender nada.
9. A cidade é super verde e bonita. E a arquitetura é bonitinha, as portas georgianas coloridas, bonitinho. E todas as lojas de souvenir vendem leprechauns de pelúcia.
10. O sotaque irlandês, claro.
domingo, 6 de abril de 2008
cidades
Cidades de mentirinha, cidades de verdade, cidades onde eu queria morar, e outras onde nao... Verona parece um cenario. Genova tem cheiro de coco (desculpe, mas tem sim).
Mamae falou que nevou em Londres, amanheceu tudo branquinho. E eu aqui de camiseta, comendo pesto e sentindo cheiro de merda.
A vida eh meio estranha.
Mamae falou que nevou em Londres, amanheceu tudo branquinho. E eu aqui de camiseta, comendo pesto e sentindo cheiro de merda.
A vida eh meio estranha.
segunda-feira, 24 de março de 2008
neve e outras coisas que caem do céu
To em Roma! :D
Andei meio em êxtase desde ontem de manhã, porque começou a nevar um pouquinho enquanto eu me arrumava pra ir pro aeroporto, aí eu arrumei tudo a jato mega ultra rápido e desci e fiquei na rua que nem uma pateta vendo os floquinhos cairem. Lindo! Nao chegava a fixar no chão e deixar nada branco, só um pouquinho no meu casaco, mas tudo bem. No metrô a caminho do aeroporto, quando começa a ficar acima da terra, tava tudo branquinho e eu achei tudo lindo. Eu fiquei tirando foto, e as duas mulheres faladoras de alemão do meu lado me julgaram muito, mas eu não tava nem aí. Era pouca neve e eu acho que derreteu antes da gente chegar no aeroporto mesmo... Soh que la a alegria acabou, pq nosso voo tinha sido cancelado "por causa da neve". Uma quantidade ridicula, nao acredito que cancelaram!! Mas no final tudo deu muito super certo, pq a gente foi remarcado pro voo seguinte pra Roma, 2 horas depois, que era onde o Willie, nosso amigo, tava indo, pq nao tinha conseguido lugar no nosso. Fomos juntos e ainda ganhamos voucher pra comer de graça no aeroporto de Londres. E quando chegamos em Roma, nosso hotel era o mais maneiro do mundo no bairro mais lindo do mundo e eu fiquei a mais feliz do mundo.
Ai hoje de manhã acordei de bem com a vida. Sai pra varandinha do quarto (o quarto tem uma varandinha!), pra olhar a vista linda da pracinha em frente (tem uma vista linda pra uma pracinha em frente!!), e eu tava sorrindo e achando tudo maravilhoso. Aí um pássaro cagou na minha cabeça.
Cazzo.
Não, mas sério, eu moraria faaaaaácil em Roma durante algum tempo. Nao pra sempre, eu acho, pq acho que eu acabo preferindo cidades maiores, mas durante um tempo (um ano, talvez?), sem dúvida. Que cidade maneira!!!
Mas a partir de agora só ando de boina.
Andei meio em êxtase desde ontem de manhã, porque começou a nevar um pouquinho enquanto eu me arrumava pra ir pro aeroporto, aí eu arrumei tudo a jato mega ultra rápido e desci e fiquei na rua que nem uma pateta vendo os floquinhos cairem. Lindo! Nao chegava a fixar no chão e deixar nada branco, só um pouquinho no meu casaco, mas tudo bem. No metrô a caminho do aeroporto, quando começa a ficar acima da terra, tava tudo branquinho e eu achei tudo lindo. Eu fiquei tirando foto, e as duas mulheres faladoras de alemão do meu lado me julgaram muito, mas eu não tava nem aí. Era pouca neve e eu acho que derreteu antes da gente chegar no aeroporto mesmo... Soh que la a alegria acabou, pq nosso voo tinha sido cancelado "por causa da neve". Uma quantidade ridicula, nao acredito que cancelaram!! Mas no final tudo deu muito super certo, pq a gente foi remarcado pro voo seguinte pra Roma, 2 horas depois, que era onde o Willie, nosso amigo, tava indo, pq nao tinha conseguido lugar no nosso. Fomos juntos e ainda ganhamos voucher pra comer de graça no aeroporto de Londres. E quando chegamos em Roma, nosso hotel era o mais maneiro do mundo no bairro mais lindo do mundo e eu fiquei a mais feliz do mundo.
Ai hoje de manhã acordei de bem com a vida. Sai pra varandinha do quarto (o quarto tem uma varandinha!), pra olhar a vista linda da pracinha em frente (tem uma vista linda pra uma pracinha em frente!!), e eu tava sorrindo e achando tudo maravilhoso. Aí um pássaro cagou na minha cabeça.
Cazzo.
Não, mas sério, eu moraria faaaaaácil em Roma durante algum tempo. Nao pra sempre, eu acho, pq acho que eu acabo preferindo cidades maiores, mas durante um tempo (um ano, talvez?), sem dúvida. Que cidade maneira!!!
Mas a partir de agora só ando de boina.
quinta-feira, 22 de novembro de 2007
Jacques Cousteau! Baguette!
Amanhã vou pra Paris passar o fim de semana, eba eba eba! :)
Em homenagem a isso, to postando esse vídeo aqui, to viciada nessa parada, é muito engraçado!!!
Hon hon hon! Baguette!
Em homenagem a isso, to postando esse vídeo aqui, to viciada nessa parada, é muito engraçado!!!
Hon hon hon! Baguette!
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