Aaaaaaah!!!!
Entreguei o projeto ontem, entreguei tudo, foda-se, entreguei, tá entregue, não quero nem saber!!!!
Depois da noite virada e muitos e muitos dias dormindo pouquíssimo e ignorando qualquer possibilidade de vida social, ontem de manhã entreguei o trabalho, voltei pra casa, dormi 3 horas, acordei e fiquei mongol o resto do dia.
E hoje parto na tradicional viagem pós-entrega com a CJ.
Da primeira vez fomos a Dublin, da segunda, Lisboa. Agora, pra terceira e última, Budapeste.
Queria ter lido o livro do Chico há menos tempo, a única coisa que eu lembro é que húngaro é a língua que nem o diabo fala. Ou é a língua que ele fala? Putz, nem isso eu lembro hahahaha. Mas enfim... na Irlanda e em Portugal só tivemos problemas de comunicação por causa dos sotaques esquisitos desses lugares. Mas Hungria é outro papo. Em homenagem aos potenciais problemas de comunicação que vamos encontrar por lá, vai esse sensacional vídeo. O que importa são os primeiros 2 minutos, mas botei a versão de 5 porque tava legendada em português, porque eu sou muito, muito legal. E lá vou eu arrumar mala!
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terça-feira, 25 de novembro de 2008
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
Humboldt
"Curiosity might be pictured as being made up of chains of small questions extending outwards, sometimes over huge distances, from a central hub composed of a few blunt, large questions. In childhood we ask: 'Why is there good and evil?' 'How does nature work?' 'Why am I me?'. If circumstances and temperament allow, we then build on these questions during adulthood, encompassing more and more of the world until, at some point, we may reach the elusive stage where we are bored by nothing. The blunt large questions become connected to smaller, apparently esoteric ones. We end up wondering about flies on the sides of mountains or about a particular fresco on the wall of a sixteenth-century palace. We start to care about the foreign policy of a long-dead Iberian monarch or about the role of peat in the Thirty Years War."
[The Art of Travel, por Alain de Botton]
Achei isso muito maneiro. Um dia eu chego lá.
[The Art of Travel, por Alain de Botton]
Achei isso muito maneiro. Um dia eu chego lá.
segunda-feira, 9 de junho de 2008
pela curiosidade de ver onde o sol se esconde
Eu tenho uma visão romântica das coisas, e eu gosto disso. Não no sentido tradicional, tipo "vai aparecer um homem lindo montado num cavalo alazão (porque cavalo branco é meio bã), e nós vamos galopar pelo entardecer em direção ao pôr-do-sol e nos casar e ter vários filhinhos e viver felizes para sempre". Não que eu não queira ter filhinhos um dia, mas isso é outra história. Meu romantismo não é tão por aí. Ele se mostra mais em outras coisas, misturado com um otimismo persistente, algo de utopia, e mais ingenuidade do que eu gostaria de admitir.
No momento, são os grandes exploradores. Tá na hora de fazer a proposta do projeto final do curso, e eu cismei que queria fazer um projeto comparando o desejo de viajar e explorar com o impulso criativo (inclusive dizendo que uma pessoa que tenha esses impulsos não precisa manifestar ele sobre as duas formas, tem gente que não quer viajar geograficamente mas consegue extravasar esses desejos sob a forma de ingenuidade ou arte). Eu pesquisei, coletei imagens, textos, músicas e poemas, de Fernando Pessoa a Jack Kerouac ao meu pai quando era jovem (não to falando do jovem ator de pornochanchada, e sim do cara que montava num cavalo que levava a Teerã, ou ia pegando carona até o Uruguai pra dormir num celeiro onde uma cabra teve filhotes, ou seja lá qual outra história bizarra ele às vezes deixa escapar). Coletei imagens de caravelas de azulejo azul, pássaros migratórios, ciganos. Meus amigos já começavam a rir toda vez que eu falava no assunto, acho que na verdade só minha mãe entendeu realmente o que eu queria dizer.
E minha idéia foi vetada.
O professor disse que era amplo demais, E romântico demais. Que viagem na verdade não é assim. Ele sugeriu que eu talvez pegasse algo nessa área que simbolizasse essa idéia maior e fizesse isso, de maneira mais contida. Talvez um projeto de design de informação onde eu mapeasse o trajeto e as milhas percorridas dos meus colegas de classe, que tal? Eu fiquei muito frustrada, mas agora realmente tenho que me conter, porque preciso apresentar a proposta reformulada daqui a poucas horas (ú tererê, tem que estar pronto daqui a 3 horas pra eu ir pra faculdade e imprimir! merda).
Acho que vou fazer algo sobre 3 exploradores. Marco Polo, Vasco da Gama e Amir Klink.
Não estou mais "apaixonada" pela idéia, mas ainda é perfeitamente interessante.
É nessas que o romantismo vai sendo sugado das pessoas. Mas na verdade eu não acho que é puramente uma questão de idade – eu confesso que sou beeem menos cínica hoje do que aos 16 anos, e isso foi melhorando à medida em que fui conhecendo pessoas fantásticas e vivendo coisas extraordinárias que foram me mostrando que o mundo é um lugar muito foda, sim. No geral, de repente, cada um acaba vendo a vida que quer ver. Nesse sentido, gosto do meu romantismo e não quero perdê-lo. Sinto isso com tanta intensidade que até usei pronome oblíquo... (é esse o nome, mesmo?).
Já que estou falando em projeto final, um beijo pra Ti que tá fazendo o TFG dela, e também porque eu acho que ela foi outra que talvez tenha se tornado mais romântica dos 16 anos pra cá. A gente tá fazendo o caminho inverso! Bom, isso, né? Que continue assim. Pra gente virar velhinhas felizes no futuro. Velha amargurada é meio chato, e tem mais rugas.
E já que estou falando em viagens e grandes navegações, dia 24 de junho vou a Portugal de novo, passo uma semaninha na praia em Caiscais, a comeire morcelas e pastéis de Belém e a bebeire vinho verde, e depois, dia 1 de julho, faço o trajeto de Cabral e volto pra terras tupiniquins.
No momento, são os grandes exploradores. Tá na hora de fazer a proposta do projeto final do curso, e eu cismei que queria fazer um projeto comparando o desejo de viajar e explorar com o impulso criativo (inclusive dizendo que uma pessoa que tenha esses impulsos não precisa manifestar ele sobre as duas formas, tem gente que não quer viajar geograficamente mas consegue extravasar esses desejos sob a forma de ingenuidade ou arte). Eu pesquisei, coletei imagens, textos, músicas e poemas, de Fernando Pessoa a Jack Kerouac ao meu pai quando era jovem (não to falando do jovem ator de pornochanchada, e sim do cara que montava num cavalo que levava a Teerã, ou ia pegando carona até o Uruguai pra dormir num celeiro onde uma cabra teve filhotes, ou seja lá qual outra história bizarra ele às vezes deixa escapar). Coletei imagens de caravelas de azulejo azul, pássaros migratórios, ciganos. Meus amigos já começavam a rir toda vez que eu falava no assunto, acho que na verdade só minha mãe entendeu realmente o que eu queria dizer.
E minha idéia foi vetada.
O professor disse que era amplo demais, E romântico demais. Que viagem na verdade não é assim. Ele sugeriu que eu talvez pegasse algo nessa área que simbolizasse essa idéia maior e fizesse isso, de maneira mais contida. Talvez um projeto de design de informação onde eu mapeasse o trajeto e as milhas percorridas dos meus colegas de classe, que tal? Eu fiquei muito frustrada, mas agora realmente tenho que me conter, porque preciso apresentar a proposta reformulada daqui a poucas horas (ú tererê, tem que estar pronto daqui a 3 horas pra eu ir pra faculdade e imprimir! merda).
Acho que vou fazer algo sobre 3 exploradores. Marco Polo, Vasco da Gama e Amir Klink.
Não estou mais "apaixonada" pela idéia, mas ainda é perfeitamente interessante.
É nessas que o romantismo vai sendo sugado das pessoas. Mas na verdade eu não acho que é puramente uma questão de idade – eu confesso que sou beeem menos cínica hoje do que aos 16 anos, e isso foi melhorando à medida em que fui conhecendo pessoas fantásticas e vivendo coisas extraordinárias que foram me mostrando que o mundo é um lugar muito foda, sim. No geral, de repente, cada um acaba vendo a vida que quer ver. Nesse sentido, gosto do meu romantismo e não quero perdê-lo. Sinto isso com tanta intensidade que até usei pronome oblíquo... (é esse o nome, mesmo?).
Já que estou falando em projeto final, um beijo pra Ti que tá fazendo o TFG dela, e também porque eu acho que ela foi outra que talvez tenha se tornado mais romântica dos 16 anos pra cá. A gente tá fazendo o caminho inverso! Bom, isso, né? Que continue assim. Pra gente virar velhinhas felizes no futuro. Velha amargurada é meio chato, e tem mais rugas.
E já que estou falando em viagens e grandes navegações, dia 24 de junho vou a Portugal de novo, passo uma semaninha na praia em Caiscais, a comeire morcelas e pastéis de Belém e a bebeire vinho verde, e depois, dia 1 de julho, faço o trajeto de Cabral e volto pra terras tupiniquins.
terça-feira, 29 de abril de 2008
dangerous strategy
São quase 3 da manhã e essa porra desse trabalho NÃO ACABA. Cacete. to quase caindo de sono, dormi umas 2 horas e meia ontem, e pelo visto hoje vai ser menos ainda.
Amanhã pelo menos é uma coisa a menos, dá pra riscar da lista.
E como disse o Luis (português gente boa da minha sala), terça que vem as 11 da manhã já pretendo estar bêbada...
Vou pra Irlanda quinta que vem, 3 dias em Dublin, eba eba eba! Eu tenho que ficar repetindo isso pra mim mesma, pra lembrar que vai passar, vai dar tudo certo, e vai ter Guinness e Leprechauns me esperando. Bem, pelo menos Guinness. De repente eu levo o meu chapéu de trevo que eu misteriosamente ganhei no St Patricks Day. Aí se eu encontrar algum Leprechaun eu ponho ele dentro do chapéu. E depois trago ele pra casa e ponho ele numa casinha de Sylvanian Families, com moveizinhos vitorianos, e sirvo Guinness pra ele num dedal. Ele vai se amarrar. Quando as coisas sumirem na minha casa, vou poder culpar ele e não a minha própria bagunça, e quando chover e fizer sol que nem semana passada, se tiver um arco-iris ele vai me levar pro final do arco-iris e me dar um pote de ouro, e a gente vai comprar mais Guinness e moveizinhos dos Sylvanians com o dinheiro. E eu vou carregar ele prum lado e pro outro no bolso, ou agarrado no meu chaveiro de pinguim. E ele ai ser ruivo e falar com sotaque e eu nao vou entender nada. Vai ser muito legal.
Caralho, que sono...
Vamos lá. Documentação do processo de trabalho. Que que eu fiz depois de vetorizar os glifos mesmo? Ah, é. Tá, tchau.
Amanhã pelo menos é uma coisa a menos, dá pra riscar da lista.
E como disse o Luis (português gente boa da minha sala), terça que vem as 11 da manhã já pretendo estar bêbada...
Vou pra Irlanda quinta que vem, 3 dias em Dublin, eba eba eba! Eu tenho que ficar repetindo isso pra mim mesma, pra lembrar que vai passar, vai dar tudo certo, e vai ter Guinness e Leprechauns me esperando. Bem, pelo menos Guinness. De repente eu levo o meu chapéu de trevo que eu misteriosamente ganhei no St Patricks Day. Aí se eu encontrar algum Leprechaun eu ponho ele dentro do chapéu. E depois trago ele pra casa e ponho ele numa casinha de Sylvanian Families, com moveizinhos vitorianos, e sirvo Guinness pra ele num dedal. Ele vai se amarrar. Quando as coisas sumirem na minha casa, vou poder culpar ele e não a minha própria bagunça, e quando chover e fizer sol que nem semana passada, se tiver um arco-iris ele vai me levar pro final do arco-iris e me dar um pote de ouro, e a gente vai comprar mais Guinness e moveizinhos dos Sylvanians com o dinheiro. E eu vou carregar ele prum lado e pro outro no bolso, ou agarrado no meu chaveiro de pinguim. E ele ai ser ruivo e falar com sotaque e eu nao vou entender nada. Vai ser muito legal.
Caralho, que sono...
Vamos lá. Documentação do processo de trabalho. Que que eu fiz depois de vetorizar os glifos mesmo? Ah, é. Tá, tchau.
terça-feira, 22 de abril de 2008
acredita, vai!
Eu reclamo das mulheres, mas cada vez mais gosto das minhas amigas daqui...
Hoje teve tutorial.
Ainda tem muito trabalho pra fazer, e eu não sei mesmo como vou resolver certas coisas, mas pelo menos hoje deu uma sensação de que é possível conseguir. Ai eu cheguei em casa e tentei trabalhar e fiquei quase uma hora com a tela do indesign aberta, olhando pra tela, sem conseguir fazer nada. Aí mudeu de approach e fiquei prostrada na frente da tv vendo friends e comendo Ben & Jerry's. Primeira vez desde que voltei da Itália que eu me permito ficar sem fazer nada sem sentimento de culpa. (bem só um pouquinho de pensamento de culpa, mas enfim, amanhã o dia vai ser produtivo, tenho fé, terei café, tenho amigas que vêm pra cá, tá bombando).
Vi a exposição de fotos do Rodchenko, bem legal.
Se eu *realmente acreditar*, a impressora daqui de casa vai funcionar?
Hoje teve tutorial.
Ainda tem muito trabalho pra fazer, e eu não sei mesmo como vou resolver certas coisas, mas pelo menos hoje deu uma sensação de que é possível conseguir. Ai eu cheguei em casa e tentei trabalhar e fiquei quase uma hora com a tela do indesign aberta, olhando pra tela, sem conseguir fazer nada. Aí mudeu de approach e fiquei prostrada na frente da tv vendo friends e comendo Ben & Jerry's. Primeira vez desde que voltei da Itália que eu me permito ficar sem fazer nada sem sentimento de culpa. (bem só um pouquinho de pensamento de culpa, mas enfim, amanhã o dia vai ser produtivo, tenho fé, terei café, tenho amigas que vêm pra cá, tá bombando).
Vi a exposição de fotos do Rodchenko, bem legal.
Se eu *realmente acreditar*, a impressora daqui de casa vai funcionar?
quinta-feira, 10 de abril de 2008
empacada
Todo esse trabalho pra fazer. To aqui sentada na frente do computador. o nariz escorrendo (sim, to gripada de novo, que saquinho). O tempo passando. E não consigo me concentrar. To trabalhando devagar e mal. Que merda, duvido que o professor seja compreensivo com isso na segunda... Nem eu to sendo compreensiva com isso!! Porra.
domingo, 24 de fevereiro de 2008
distrações
To cheia de trabalho pra fazer pro curso amanhã de manhã. Ja procrastinei isso o quanto foi possível essa semana. Na verdade eu tava fazendo um frila que tive que deixar de lado semana passada pra fazer outros trabalhos do curso. Mas ok. Domingo. Resolvi me dedicar às obrigações. Na verdade eu até curto as linhas, as composições no grid, a tipografia restrita. Gosto. Mas de vez em quando vêm distrações. Algumas são benvindas, outras menos. No momento são pensamentos contraprodutivos que não têm nada a ver com trabalho nenhum, mas que me deixaram subitamente num mau humor infernal, e agora tô com bastante dificuldade de me concentrar. Eu queria um café. Mentira... Eu queria outras coisas. E não queria outras ainda. E na verdade eu to vivendo num momento em que eu tenho quase tudo o que eu quero... o problema é sempre o "quase". Tem horas em que não é relevante, tem horas em que é, mas domingo a noite com trabalho pra entregar segunda é uma péssima hora pra essas paradas.
Enfim. Diário de reclamaçãozinha em blog é um saco. Meus amigos todos têm blogs interessantes e filosóficos e engraçados e informativos e poéticos e eu aqui escrevendo nhenhenhém. Deve ser culpa dos emos, eu li em algum outro blog que todas as coisas no mundo são culpa deles.
Mas vamos lá. Força de vontade, Luisa. Linhas, linhas, linhas.

Mas antes... um café.
Enfim. Diário de reclamaçãozinha em blog é um saco. Meus amigos todos têm blogs interessantes e filosóficos e engraçados e informativos e poéticos e eu aqui escrevendo nhenhenhém. Deve ser culpa dos emos, eu li em algum outro blog que todas as coisas no mundo são culpa deles.
Mas vamos lá. Força de vontade, Luisa. Linhas, linhas, linhas.

Mas antes... um café.
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008
Luisa-faz-auto-referencias-a-si-propria
Tava melhorando, a primavera chegando, os dias ficando um pouquinho menos curtos, as florzinhas nascendo (os crocus e os daffodills – acho que chama narciso em português, todos amarelos e bonitos), arvorezinhas cobertas de flores em Portobello Road, eu saindo na rua só com um casaco e o cachecol levinho, ontem nem precisei de luva, voltei a tomar frappucino... E hoje tá um frio da porra de novo, frio tipo minha-orelha-vai-gangrenar-e-cair, frio tipo frappuccino-é-o-caralho-me-vê-um-moccha-quentinho, frio tipo luisa-escrevendo-coisas-com-hífen.
É assim, né? As coisas vão melhorando, e você acha que a primavera tá logo ali, aí de repente o frio volta mais um pouco. Como na vida. Oh, céus, isso de enxergar metáforas ainda me mata! It's a gift... and a curse!
Enquanto isso, é dia dos namorados aqui, me falaram. Eu nunca lembro! A mulher da reunião dos representantes de sala deu balinha em forma de coracão pra gente, só pra deixar a gente deprimido, eu acho. Mas não funcionou – e eu também não comi a balinha.
Tô querendo obcecar com letterpress e silkscreen. Vamos ver se essa empolgação toda dura até semana que vem, quando eu devo ter mais tempo pra me divertir com isso.
Incrível eu estar atolada de tempo, sozinha no Valentine's Day, com orelhas geladas, quarto bagunçado, mil trabalhos pra terminar, enxergando metáforas e ainda estar de excelente humor. Como é que pode! Às vezes minha incoerência supreende até a mim.
Hoje tô meio self-centered. Como é que chama? Auto... qualquer coisa. Sei lá. Tô meio burra também, pelo visto, hehehe. E tô rindo das minhas próprias piadas internas, que ninguém entende, só eu. Mas com isso eu já me acostumei.
Eu, eu, eu, eu, eu.
Minha mãe foi embora ontem, aliás – tenho minha cama de volta. Tava com saudade!
É assim, né? As coisas vão melhorando, e você acha que a primavera tá logo ali, aí de repente o frio volta mais um pouco. Como na vida. Oh, céus, isso de enxergar metáforas ainda me mata! It's a gift... and a curse!
Enquanto isso, é dia dos namorados aqui, me falaram. Eu nunca lembro! A mulher da reunião dos representantes de sala deu balinha em forma de coracão pra gente, só pra deixar a gente deprimido, eu acho. Mas não funcionou – e eu também não comi a balinha.
Tô querendo obcecar com letterpress e silkscreen. Vamos ver se essa empolgação toda dura até semana que vem, quando eu devo ter mais tempo pra me divertir com isso.
Incrível eu estar atolada de tempo, sozinha no Valentine's Day, com orelhas geladas, quarto bagunçado, mil trabalhos pra terminar, enxergando metáforas e ainda estar de excelente humor. Como é que pode! Às vezes minha incoerência supreende até a mim.
Hoje tô meio self-centered. Como é que chama? Auto... qualquer coisa. Sei lá. Tô meio burra também, pelo visto, hehehe. E tô rindo das minhas próprias piadas internas, que ninguém entende, só eu. Mas com isso eu já me acostumei.
Eu, eu, eu, eu, eu.
Minha mãe foi embora ontem, aliás – tenho minha cama de volta. Tava com saudade!
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